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O crowdfunding, a famosa “vaquinha virtual”, tem sido uma saída interessante para tirar muita ideia do papel. Funcionar, funciona, mas é preciso conhecer algumas regras antes de submeter sua proposta para uma plataforma de financiamento coletivo.

Antes mesmo de cadastrar seu projeto de financiamento coletivo em alguma plataforma, é preciso definir muito bem algumas coisas: primeiro, qual é o objetivo principal da sua campanha? Depois, quanto você pretende arrecadar? Quem contribuir receberá alguma recompensa ou não?

Dar recompensas para os colaboradores não é obrigatório, mas é importante dar uma referência de como cada valor de contribuição irá colaborar para a execução do projeto.

O negócio é bastante sério. Tudo fica definido em um contrato assinado entre a plataforma e o usuário que vai lançar a campanha de crowdfunding. O dinheiro arrecadado é declarado como doação para fins fiscais e tributários. O criador da campanha recebe a grana em até 30 dias já com as taxas da plataforma e impostos deduzidos.

Não existem limites de valores; algumas campanhas chegam a arrecadar mais de um milhão de reais. Mas arrecadar dinheiro dá trabalho; antes de qualquer coisa, é preciso transmitir credibilidade. Ninguém vai te dar dinheiro se realmente não acreditar no que você está propondo. Para quem pretende experimentar o formato, algumas dicas podem ser valiosas para se ter sucesso no financiamento coletivo online.

O mais legal de toda essa história é que o risco é pequeno para ambos os lados; tanto para quem pede quanto para quem contribui. Para quem colocar uma campanha no ar, o maior cuidado talvez seja checar a procedência da empresa e até verificar o histórico de outros projetos que já foram financiados através da plataforma. Claro, ler o contrato com cuidado também é imprescindível…

Existem dois formatos de arrecadação. No modo flexível, o criador da campanha cumpre seu objetivo mesmo que não atinja a meta. Ou seja, se arrecadar 1% ou 99% do que pediu, se compromete de qualquer forma com a entrega das recompensas e a realização do projeto. Já no formato “tudo ou nada”, quando o criador precisa do valor integral estipulado para realizar o projeto, se a meta não for atingida, todo mundo recebe seu dinheiro de volta…simples assim.

E agora? Mãos à obra? Que tal experimentar? Existem diversas plataformas de crowdfunding bem legais operando no Brasil. Ah, e se você já tiver arrecadado ou colaborado com algum projeto legal, conte sua história e compartilhe com a galera nos comentários.

Olhar Digital

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